No dia 7 de abril de 2011 ocorreu um assassinato em massa na escola Municipal Tasso da Silveira, localizada no bairro de Realengo na cidade maravilhosa do Rio de janeiro. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola armado com dois revolveres e começou a disparar contra os alunos presentes, matando 12 deles, com idade de 12 e 14 anos. Wellington foi interceptado por policiais, cometendo o suicídio. Fazer julgamentos, atirar pedras é tudo muito fácil. É muito cômodo se sentar na cadeira na condição de juiz e bater o martelo. Difícil, é sentar no banco dos réus. Achei realmente uma atrocidade o que Wellington Menezes fez quando disparou tiros de revolver em crianças numa escola do Rio, contudo, atribuo tudo o que fez ao poder da mente que pode ser bom e ser mal. Ele era doente tinha todo um histórico à mãe era demente. Era esquizofrênico e esquizofrênicos criam mundos paralelos é difícil prever as reações, ainda mais, quando são isolados. Ele na verdade, era doente mesmo, contudo nada muda o que fez. Wellington já devia dá sinais quando mais novo e ainda sofria com o descaso e as brincadeiras dos outros. Foi abandonado e isso para alguém que mentalmente não é maduro vai acumulando; logo começou a achar que o mundo era contra ele e, como quando adolescente as meninas o tratava com desdém, foi nelas que ele tentou revidar. A escola era o lugar dos seus maiores traumas e era para representar outra coisa para ele, mas representou a pior parte, porém, como ele há muitos, a diferença é que se compensa esse desequilíbrio a parti da vida e ele não, acumulou ódio. Era um cara com necessidades especiais que não foram detectadas e que se agravaram graças a isso, ou seja, a própria escola criou um monstro. Não que a entidade seja culpada, mas se não temos pessoas preparadas para educar muita coisa falha. O despreparo por parte dos professores pode ser uma das causas. O professor sai de determinadas faculdades despreparado, mas pensando que sabe finge que ensina e o aluno, coitado, finge que aprende. É um circulo e pense numa coisa difícil de quebrar. Será que os professores de Wellington nunca perceberam que se tratava de um jovem com problemas mentais? Ele se vingou da sociedade e de alguma forma ele mesmo se puniu. Ele era para ter freqüentado uma escola para alunos especiais, pois, precisava de uma atenção especial. Hoje, quase um ano após o massacre ninguém lembra mais do ocorrido, pois não ta mais no tope de linha das mídias. Talvez apenas as famílias das vítimas lembrem-se do sinistro. Mas o perfil do brasileiro é assim e, vamos combinar que é um povo de memória curta e logo esquecem as coisas.
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